FDE 101 Kevin Bai · resumão
FDE 101 · resumão da talk + artigo · AI Engineer World's Fair

Forward Deployed Engineering

A parceria de design que nunca termina. O que é Forward Deployed Engineering, por que a Palantir apostou a empresa inteira nisso, quais empresas realmente precisam — e por que a IA está empurrando mais gente para esse quadrante sem ninguém perceber.

Kevin Bai · Applied AI na Anthropic ex-Palantir · founding FDE da Rippling Talk para mil engenheiros de AI Leitura ~30 min

A talk não abre com definição — abre com um dado. Pegue as SaaS públicas e meça por average contract value (ACV): quanto um cliente gasta com você por ano. A distribuição conta qual jogo cada empresa está jogando.

O ranking

US$4M no topo — e um penhasco embaixo

ACV médio por cliente, valores aproximados. E repara no tamanho da empresa no topo: avaliação de outro planeta, com apenas alguns milhares de funcionários.

“A Palantir não está liderando essa lista. Está jogando um jogo diferente de todo mundo que aparece nela.”

Quem falou

Kevin Bai — dos dois lados da linha de frente

Na Anthropic ele não tem título formal: é do time técnico de Applied AI. Antes disso, entrou na Rippling para construir a função de FDE — foi a primeira pessoa do time, que cresceu até ~25 pessoas em um ano. E antes ainda, passou por várias funções na Palantir. A talk foi dada para mil engenheiros de AI no AI Engineer World's Fair.

O mapa

O caminho que a talk percorre

  1. Parte 1 — O diagnóstico
  2. Comece pelo número: o ACV que separa a Palantir de todo mundo
  3. Por que a Palantir teve que inventar o FDE
  4. Em que quadrante do mercado o FDE é necessário
  1. Parte 2 — A prática
  2. A parceria de design que nunca terminou
  3. A armadilha do dev shop (e o papel da plataforma)
  4. As duas perguntas antes de montar uma função FDE
  5. O que mudou em 2026 — e as perguntas da plateia